O Reiki como importante auxílio para deixar de fumar – dois testemunhos

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Depois de algumas tentativas sem sucesso para deixarem de fumar nos últimos anos, Teresa P. e Inês M. decidiram, em 2015, voltar a tentar. Mas desta vez optaram por incluir a terapia complementar Reiki na estratégia de cessação tabágica. A verdade é que continuam sem fumar, determinadas e já com a ansiedade controlada.

Deixar de fumar é um dos objetivos mais difíceis com que muitas pessoas se defrontam. Conseguir atingi-lo exige não só uma boa dose de força de vontade mas também capacidade para lidar com os sintomas físicos que costumam surgir, nomeadamente, ansiedade, irritação, fome ou insatisfação. A terapia complementar Reiki ajuda a controlar os sintomas, potencia o relaxamento e reforça a determinação de cumprir o objetivo. Isso mesmo foi o que levou Inês M., 30 anos, e Teresa P., de 31, a procurarem o apoio do Reiki.

Ambas fumaram vários anos seguidos e foi a constatação de que precisavam de parar para preservar a saúde que as levou a reunir força e coragem para mais uma tentativa. Isso e o orçamento, já que o tabaco lhes levava todos os meses 130 e 75 euros, respetivamente.

Uma vez que ambas já tinham tentado antes deixar de fumar, sem conseguirem, desta vez reforçaram a estratégia com Reiki e o resultado tem sido positivo. Inês M. explica que nos primeiros dois meses decidiu utilizar pensos de nicotina “para estabilizar a abstinência física”, mas a partir dos quatro meses (já está sem fumar há quase sete) passou a receber sessões regulares de Reiki. E não se arrepende da decisão: “O Reiki foi das melhores surpresas que tive na minha vida nos últimos tempos. Ouvia as minhas colegas de trabalho falarem em Reiki e naquele momento senti que devia experimentar, pois andava muito ansiosa por estar sem fumar e talvez me ajudasse. Depositei nessa primeira experiência a genuína intenção de conseguir deixar de fumar sem ansiedade. A realidade é que a partir daquele dia, tudo mudou. Passei a sentir-me livre do vício. Continuo a receber Reiki sempre que possível, porque gosto muito da prática e sinto que me faz bem à saúde e agora já não para me ajudar a ultrapassar o vício do tabaco, pois esse faz parte do passado.”

Também Teresa P. integrou o Reiki num conjunto de outras medidas para a apoiar na decisão. Nas suas palavras, “fumar é uma dependência física e psicológica”, por esse motivo, resolveu tratar separadamente as duas adicções. Além de recorrer a adesivos transdérmicos durante aproximadamente um mês para tratar a parte física, decidiu também criar novas rotinas para alterar os hábitos associados ao tabaco. Por exemplo, dedicou-se à construção de puzzles, pintou mandalas e até leu um livro que tem ajudado muitas pessoas com o mesmo objetivo (O Método Fácil de Deixar de Fumar, de Allen Carr ).

Decidiu ainda receber Reiki semanalmente, “colocando a intenção no processo de deixar de fumar” e sente que a terapia a auxiliou: “Na minha perspetiva, o Reiki foi um importante mecanismo para me acompanhar neste processo e ultrapassar esta barreira que existe entre o fumador que tenta deixar de fumar e o ex-fumador. Hoje considero-me ex-fumadora! Com o Reiki, consegui focar-me no processo de deixar de fumar, mantendo a tranquilidade, gerindo a minha ansiedade e adquirindo um maior conhecimento sobre quem sou, as minhas forças e fraquezas. Deixar de fumar é uma decisão para a vida e o Reiki ajuda-me a focar-me nesse objetivo, a cultivar o meu bem-estar interior, a desintoxicar a minha mente.”

 

Como é que o Reiki auxilia?

O Reiki é uma terapia a considerar na hora de deixar de fumar porque promove:

– Relaxamento e concentração

– Bem-estar e equilíbrio generalizado

– Tranquilidade e autoconhecimento

– Limpeza e desintoxicação do organismo

 

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Inês M. – “Os primeiros dias sem tabaco foram extremamente difíceis e cada dia que
passava celebrava por ter resistido”


– Há quanto tempo fumavas e quando decidiste deixar de fumar?

Fumava há 17 anos, ou seja, passei mais anos da minha vida como fumadora do que o contrário. Decidi deixar de fumar no dia 1 de julho de 2015.

 

– O que é que te levou a decidir deixar de fumar nessa altura?

Foram vários os motivos que me levaram a deixar de fumar. A saúde é algo que verdadeiramente não tem preço, e a maioria das pessoas só lhe sabe dar o devido valor quando a perde. O meu corpo começou a dar-me sinais que não estava bem, tendo passado algumas noites com dificuldades em respirar. O susto de estar a perder uma função vital, a respiração, foi o maior impulsionador para deixar de fumar. Outro motivo foi de ordem financeira, pois fumava diariamente pelo menos um maço de tabaco, que representava cerca de 130 Euros do meu orçamento mensal. Comecei a sentir-me verdadeiramente cansada de fumar, de estar presa ao vício que me levava constantemente a fumar para aliviar os sintomas de abstinência. Queria resgatar a minha liberdade.

 

– Esta foi a primeira vez que tentaste deixar de fumar?

Não. Já tinha tentado deixar de fumar duas vezes em 2014, mas o máximo de tempo que estive sem fumar nessas tentativas foi dois meses.

 

– Como tem corrido o processo?

Os primeiros dias sem tabaco foram extremamente difíceis e cada dia que passava celebrava por ter resistido. Ao acordar pensava logo no cigarro que costumava fumar com um café, e durante o dia ia aumentando a minha ansiedade por me lembrar de todos os momentos em que ia fumar. O tabaco seguia-me até nos meus sonhos. Quebrar a rotina foi um desafio, mas quando queremos muito, não existem impossíveis. O maior problema com que me deparei neste processo foi que à medida que o tempo passava, em vez de sentir que estava melhor, sentia-me mais ansiosa, irritava-me com facilidade, não estava bem de maneira nenhuma. Desde que recebi a primeira sessão de Reiki, em novembro de 2015, deixei de ter esses sintomas. Hoje raramente me lembro de tabaco, e quando me lembro, rapidamente me esqueço. Hoje consigo dizer firmemente que sou uma ex-fumadora e que nunca mais vou voltar a fumar.

 

– Que estratégias usaste para deixar de fumar?

Nos primeiros dois meses utilizei pensos de nicotina para estabilizar a abstinência física. E a partir dos quatro meses sem fumar recorri ao Reiki.

 

– Qual o contributo que reconheces no Reiki neste processo?

O Reiki foi das melhores surpresas que tive na minha vida nos últimos tempos. Ouvia as minhas colegas de trabalho falarem em Reiki e naquele momento senti que devia experimentar, pois andava muito ansiosa por estar sem fumar e talvez me ajudasse. Depositei nessa primeira experiência a genuína intenção de conseguir deixar de fumar sem ansiedade. A realidade é que a partir daquele dia, tudo mudou. Passei a sentir-me livre do vício. Continuo a receber Reiki sempre que possível, porque gosto muito da prática e sinto que me faz bem à saúde e agora já não para me ajudar a ultrapassar o vício do tabaco, pois esse faz parte do passado.


stop-smokingTeresa P. – “Deixar de fumar tem de ser uma decisão para sempre”

– Há quanto tempo fumavas e quando decidiste deixar de fumar?

Quando decidi de deixar de fumar, em outubro, foi precisamente no momento em que me fiz essa pergunta. E assustei-me. Fumava há 14 anos. Ou seja, dos meus 31 anos de vida, 14 deles foram passados a fumar. É quase metade da minha vida. E pensei nas datas comemorativas, nos momentos especiais que vivi e como os vivi. Sempre de cigarro na mão. Sendo fumadora. A decisão de deixar de fumar não foi tomada em outubro, já vinha sendo interiorizada, mas permanentemente adiada. Ou porque não era o momento, ou porque tinha muito trabalho, ou porque estava em dieta (e deixar de fumar iria fazer com que tivesse mais fome…).
Em outubro reuni as condições e decidi. Deitei os cigarros fora, desfiz-me dos isqueiros e cinzeiros de casa. Aproveitei a amigdalite do meu companheiro, que o fez deixar de fumar também, e abraçámos juntos este novo projeto. Foi assim, sem dia marcado. O meu 28 de outubro de 2015 foi o dia em que deixei de fumar.

 

– O que é que te levou a decidir deixar de fumar nessa altura?

O que me levou a deixar de fumar foi um conjunto de razões, que se me ponho a enumerar, acabo por refletir sobre mais umas. Fumar é um hábito péssimo. Além de nada saudável, deixa um cheiro horrível nas roupas, perdemos paladar, olfato, andamos cheios de tosse. Além disso, quantas vezes condicionei hábitos ou rotinas em prol daquele cigarro que tinha de fumar?
Aliando ainda o aspeto financeiro, pois a despesa mensal rondava os 75 Euros. Por fim, 2015 foi um ano também de introspeção e de decisões, e fazia todo o sentido que assim fosse: que, em 2015, eu deixasse de fumar!

 

– Esta foi a primeira vez que tentaste deixar de fumar?

Fiz uma tentativa há uns dois anos, mas passando a barreira dos dois meses, achei que estava liberta e que podia experimentar socialmente… Pois, uma ilusão. Em menos de duas semanas voltei ao mesmo. Deixar de fumar tem de ser uma decisão para sempre.

 

– Como tem corrido o processo?

Há dias em que sou a mais forte. Não quero nem preciso de fumar. Sei que não acrescenta nada de novo à minha vida, antes pelo contrário. Às vezes nem me lembro do que é fumar e as minhas rotinas correm dissociadas do velho hábito. Noutros dias, penso algumas vezes “ai se eu fumasse só um cigarro, ficava mais calma, pensava mais claramente”. É óbvio que eu sei que não posso e não o faço. Depois de uns minutos a vontade passou!
Felizmente os dias “fortes” já são muito mais do que os outros.

 

– Que estratégias usaste para deixar de fumar?allen_carr

Fumar é uma dependência física e psicológica. Não há volta a dar. Portanto, resolvi tratar separadamente as duas dependências. A nível físico, fiz um desmame químico com recurso a adesivos transdérmicos, que libertam nicotina ao longo do dia. Reduzi depois a dose (há várias dosagens e marcas), até um dia em que me esqueci de colocar, e a partir do qual nunca mais usei. Foi um processo que durou cerca de um mês. A nível psicológico, foram várias as opções ou estratégias, nomeadamente, criar focos e rotinas diferentes que me mudassem hábitos associados ao tabaco. Por exemplo, tomar café só quando chegasse ao trabalho, fazer um puzzle ou pintar mandalas depois de jantar. Também li um livro que me ajudou imenso a compreender a dependência e a contrariá-la, no fundo a esquecê-la. O livro é O Método Fácil de Deixar de Fumar, de Allen Carr e recomendo. Além disso, recebi Reiki quase semanalmente, colocando a intenção no processo de deixar de fumar.

 

– Qual o contributo que reconheces no Reiki neste processo?

Na minha perspetiva, o Reiki foi um importante mecanismo para me acompanhar neste processo e ultrapassar esta barreira que existe entre o fumador que tenta deixar de fumar e o ex-fumador. Hoje considero-me ex-fumadora! Com o Reiki, consegui focar-me no processo de deixar de fumar, mantendo a tranquilidade, gerindo a minha ansiedade e adquirindo um maior conhecimento sobre quem sou, as minhas forças e fraquezas. Deixar de fumar é uma decisão para a vida e o Reiki ajuda-me a focar-me nesse objetivo, a cultivar o meu bem-estar interior, a desintoxicar a minha mente.

Sobre o autor:

Be You Reiki – que escreveu artigos no BeYou Reiki.

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